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Vem, Gente! Por Renata Reif - IG


Seguir as notícias - e compreendê-las - é fundamental para que pessoas vai prestar o vestibular. Encontre por aqui resumos semanais e análises dos acontecimentos mais primordiais da semana. Em dezembro, a aprovação de um pacote anticorrupção pela Câmara dos Deputados, gerou amplo repercussão, principalmente devido às modificações que os deputados fizeram no texto original mostrado pelo Ministério Público.


A mais polêmica diz respeito à probabilidade de punições a magistrados, procuradores e promotores por abuso de autoridade. Para membros do Poder Judiciário, a proporção tomada pelos deputados visa a apavorar a Operação Lava Jato e a proteger os políticos envolvidos em esquemas de corrupção. Desde o início da Lava Jato, em 2014, a corrupção passou a ser uma presença ainda mais constante no noticiário político brasileiro. A operação deflagrada pela Polícia Federal investiga um grande esquema de lavagem e desvio de dinheiro da Petrobras, que envolve executivos da estatal, grandes empreiteiras e políticos de grande escalão. Propriamente por estar no centro do debate nacional, a corrupção é um assunto com extenso probabilidade de ser cobrado nas questões dos vestibulares e pela redação.


Dessa maneira, é fundamental que você entenda por que essa prática encontra-se disseminada na esfera pública. Em política, de forma geral, corrupção é o ato de trocar um tipo de vantagem (política, financeira, de infos) por meios ilegais ou ilícitos como, tendo como exemplo, dar ou ganhar dinheiro ou presentes em troca de um privilégio.


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A corrupção no Brasil não é novidade, nem começou no atual governo. Em outras palavras, as corporações passaram a pagar para servidores públicos destinarem a elas os melhores contratos. Este valor era acrescido ao gasto do serviço. Quer dizer, o dinheiro do Estado era usado para manter a roda da corrupção, o tal emprego de recursos públicos em benefício de indivíduos.


Este é o paradigma essencial da corrupção dos dias de hoje, desde as pequenas compras nas prefeituras do interior, até as licitações ricaças de ministérios e estatais, como no caso da Lava Jato. Entra em cena, deste modo, o clientelismo, com o uso dos recursos do Estado para favorecer aliados por intermédio de obras ou nomeações.


Há milhares de cargos na máquina federal para ser preenchidos pelo Executivo, o que é um prato cheio pra barganha política. Caciques partidários e parlamentares podem apontar parentes e apadrinhados para essas funções - diversas vezes são pessoas que não têm a inteligência técnica pra exercer o cargo ou, em alguns casos, nem trabalha.


Essas nomeações suspeitas por si só não configuram crime, todavia criam um ambiente propício pra corrupção. Outra irregularidade bastante comum no país é o caixa 2, a acumulação de recursos ilegais para financiar campanhas eleitorais. Normalmente, o esquema é operado da seguinte forma: organizações superfaturam serviços que prestam ao governo e dividem o excedente com participantes dos partidos políticos. Também conseguem fazer o oposto: dar grandes quantias ilegalmente para um candidato esperando cobrar vantagens se ele for eleito. Essas vantagens virão no formato de vitórias em licitações dirigidas ou pagamentos de obras e serviços em valores superiores ao valor íntegro.

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